ANÚNCIO - Qdo um idoso não pode mais ficar sozinha

Frequentemente recebo pessoas angustiadas com comportamentos estranhos de familiares idosos. A dúvida é se poderão ou não  continuar a morar sozinhos. Em razão disso, comecei a pesquisar sobre o assunto e reproduzo abaixo 21 comportamentos a serem observados.

Juliana Teixeira da Silva

  1. Acidentes ou problemas recentes, como quedas, emergências de saúde e pequenos acidentes de carro.
  2. Recuperação lenta. Como foi o processo de recuperação das últimas enfermidades? Elas acabaram ficando mais sérias? Houve necessidade de ajuda médica?
  3. Piora de uma condição crônica. É preciso recorrer a algum tipo de ajuda quando ocorre uma piora em problemas como obstruções pulmonares, demência ou insuficiência cardíaca congestiva.
  4. Dificuldades de gestão de atividades do dia a dia, como vestir-se, tomar banho e cozinhar.
  5. Mudanças físicas, como perda ou ganho de peso, aumento na fragilidade ou odores corporais desagradáveis.
  6. Diminuição nas atividades sociais, incluindo passeios com amigos, visitas a vizinhos ou participação em eventos religiosos e outras atividades de grupo.
  7. Muitos dias sem sair de casa, talvez por consequência da dificuldade de dirigir ou do medo de utilizar o transporte público.
  8. Alguém faz visitas frequentes? Caso isso não seja possível, a casa possui sistema de alarme, um alarme pessoal ou um serviço diário de telefonemas?
  9. Existe alguém nas proximidades que possa ajudar em caso de incêndio, terremoto, inundação, ou outro desastre? O idoso compreende o plano de ação em caso de catástrofe?
  10. Correspondência desorganizada, espalhada ou fechada. O idoso possui contas atrasadas, bilhetes de agradecimento de instituições de caridade com as quais não contribui e pilhas de revistas fechadas?
  11. Caso o idoso ainda dirija, acompanhe-o em uma viagem para conferir se ele se esqueceu de apertar o cinto de segurança ou de dar a seta antes de fazer uma curva; se apresenta sinais de preocupação, tensão ou distração durante a viagem; ou se existem marcas de acidentes que possam indicar falta de atenção.
  12. Procurar sinais de falta de memória pela cozinha, tais como a presença de produtos perecíveis que já venceram há bastante tempo.
  13. Eletrodomésticos de uso constante quebrados e sem conserto agendado.
  14. Sinais de incêndios. Procure marcas de chamuscado nos botões do forno ou em cabos de panela, além de pegadores queimados e extintores de incêndio descarregados. As baterias de detectores de fumaça e monóxido de carbono estão carregadas?
  15. Uma casa que já foi bem cuidada apresenta sinais de desorganização, sujeira, limo no banheiro e na cozinha e cestos repletos de roupa suja?
  16. Plantas e animais de estimação abandonados.
  17. Sinais de negligência no exterior da casa, como janelas quebradas, calhas e ralos cheios de sujeira, lixo espalhado e caixas de correio cheias de cartas.
  18. Pergunte a amigos se o comportamento do familiar tem mudado recentemente.
  19. Pergunte ao médico do idoso se você deveria se preocupar com sua saúde e segurança, ou se seria aconselhável contar com o trabalho de uma assistente social ou de um cuidador. Caso imagine que a pessoa irá resistir à ideia, peça ao médico para “prescrever” uma avaliação profissional.
  20. Caso seja o principal cuidador, como está se saindo? Está se sentindo cada vez mais exausto, deprimido ou ressentido com todos os sacrifícios que precisa fazer por aquela pessoa?
  21. Não se esqueça do estado emocional dos mais velhos. Se o idoso está ansioso e se sente cada vez mais solitário, talvez seja a hora de buscar as razões por trás disso.

 

A editora sênior do site Caring.com, Paula Spencer Scott, criou recentemente um guia para ajudar famílias a determinarem quando mudar parentes idosos de suas casas para ambientes mais controlados ou, então, trazer alguém para ajudá-los em casa. Os sinais e questões aqui apresentados  foram adaptados da lista de recomendações de Scott por Jane E. Brody, do New York Times

 

APLICATIVO AJUDA PORTADORES DE ALZHEIMER

APLICATIVO SAMSUNG ALZHEIMER

Amigos, vamos compartilhar esta notícia de grande importância para que enfrenta este problema na família.

Alzheimer é uma doença, até agora sem cura, que destrói funções cerebrais, principalmente a memória. Para retardar o avanço da doença os exercícios mentais são um bom coadjuvante para melhorar a qualidade de vida destes pacientes.

Com este objetivo a Samsung desenvolveu um aplicativo  ( Backup Memory ) para ajudar quem sofre do mal de Alzheimer a relembrar de pessoas queridas.

Este aplicativo evitará que o acometido com Alzheimer esqueça quem são ou o seu grau de parentesco. Funciona assim: o paciente precisa ter seu perfil no aplicativo.Os familiares e amigos também. Estes fazem uploads de informações, fotos e vídeos.

Cada vez que estiverem a um distância de 10 metros  do paciente, o aplicativo emitirá um sinal e mostrará os posts ao paciente. Desta maneira, sua memória será estimulada fazendo com que ele se lembre da pessoa que está a se aproximar.  Veja como funciona neste vídeo com apenas 2:00 minutos de duração: https://www.youtube.com/watch?v=qHJiJabtASI

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CURA DO ALZHEIMER ESTÁ PRÓXIMA.

A cura do Alzheimer e mal de Parkinson

A cura para doenças neuro degenerativas pode estar mais perto do que se imagina e disponível nos próximos cinco anos. No que diz respeito ao Alzheimer, a forma mais comum de demência, o novo e promissor tratamento é, na realidade uma vacina capaz de interromper o avanço da doença e reparar alguns danos já causados. Já sobre o Parkinson, uma droga injetada continuamente no paciente, atua diretamente no cérebro e está apresentando resultados animadores.

A vacina do Alzheimer ataca o acúmulo de uma proteína chamada beta-amilóide que forma uma prejudicial placa de cera no cérebro sobre as células do cérebro. Testes do remédio, chamado Betabloc, são realizados no Reino Unido. Os cientistas britânicos, americanos e canadenses envolvidos no estudo da droga acreditam que seu trabalho oferece uma prova final de que a doença de Alzheimer é provocada por alterações químicas no cérebro, embora outros fatores também influenciem no seu desenvolvimento. Antes de chegar ao mercado a vacina ainda precisa ser testada em larga escala.

Outro mal que afeta muitas pessoas com o passar da idade é a doença de Parkinson. Aqui, a notícia animadora é de uma droga continuamente injetada no paciente, através de cateteres, que age diretamente na área afetada do cérebro. A administração da droga é feita por um equipamento implanta do no abdômen que faz o bombeamento do GDNF (Fator Neurotrófico Derivado da Glia ) que incentiva o crescimento de células cerebrais. As “bombas” são reabastecidas a cada dois meses com uma simples injeção e substituídas a cada doze meses ou mais.

O tratamento está sendo testado com resultados bastante animadores no Hospital Franchay, em Bristol, na Inglaterra. Pessoas que experimentaram a droga apresentaram melhoras significativas na coordenação motora e também controle sobre a distonia – a ação involuntária em que o paciente de Parkinson se contorce. A causa da doença é desconhecida e não há cura. Este novo tratamento, no entanto, anda precisa ser testado por mais tempo e deverá levar mais de cinco anos para estar disponível para um amplo público.

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Fonte: http://www.dailymail.com.uk

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